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quinta-feira, 4 de julho de 2013

NOTÍCIAS: Trabalhadores em educação definem rumo de movimento nesta quinta-feira


Em Campanha Salarial Educacional 2013, os trabalhadores em educação realizam, hoje (04.07), um dia será de paralisação total das atividades nas escolas e, às 14h, no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, acontece Assembleia Estadual da categoria, coordenada pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG). Os educadores, que estão em greve por tempo determinado, decidem, na oportunidade, os rumos do movimento.

Na última Assembleia, a categoria votou greve por tempo determinado. Os dias 17, 18, 22, 26 e 27 de junho foram definidos para as paralisações, sendo que nos dias 17, 22 e 26 os atos aconteceram nas proximidades do estádio do Mineirão, que sediou partidas de futebol da Copa das Confederações, na região da Pampulha, capital mineira. Nos outros dias, os atos foram regionais.

Em Belo Horizonte, nestes dias, os trabalhadores em educação se uniram às várias manifestações que, pedem diversas reivindicações, mas sempre está presente a questão da educação. Durante os atos, os educadores dialogaram com a população para informar a realidade do setor e o verdadeiro descaso do governo em relação à educação. O movimento ganhou apoio da sociedade e, por onde passavam, recebia aplausos.

Os trabalhadores em educação denunciam o que o Governo de Minas faz contra a educação: não paga o Piso Salarial; congela a carreira; aumenta a jornada de trabalho do professor e não cumpre os acordos firmados.

A categoria reivindica o pagamento do Piso Salarial retroativo, o descongelamento da carreira, o atendimento digno no Ipsemg, nomeação de todos os concursados para os cargos vagos, cumprimento de hora-atividade sem o aumento da jornada de trabalho, educação de qualidade,  bem como o cumprimento dos 25% de investimentos determinados pela Constituição Federal na educação, além de outros itens que constam da pauta de reivindicações.

A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, não descarta a possibilidade de uma greve por tempo indeterminado. “Tentamos negociar antes de aprovarmos nossa greve, mas o governo não deu retorno às questões apresentadas. Além disso, não cumpre acordo que assina, não paga o Piso Salarial, a carreira está congelada, a categoria adoecida e a educação desvalorizada.”
Vale informar que o governo do Estado marcou reunião com os sindicatos para o dia 10 de julho. Esta reunião foi agendada após a greve por tempo determinado, realizada pela categoria nos dias 17, 18, 22, 26 e 27 de junho e na véspera de nova Assembleia Estadual da categoria, que será realizada nesta quinta-feira, com paralisação total das atividades.
Em Betim, toda a REDE ESTADUAL, está convidada a participar da Assembleia.

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